http://penas.blogspot.com/2009/10/musica-ainda-e-profissao.html
Militao Ricardo
Musico, Jornalista, Produtor Musical e Professor.
mrmaya@uol.com.br
Música Independente, produção musical e outras miçangas...
Fala de Alvaro Santi no 1 MPB em Porto Alegre from Everton Rodrigues on Vimeo.

Um mundo acabou. Viva o mundo novo!
O que antes era um mercado definido por poucos agentes, detentores do monopólio dos veículos de comunicação, hoje se transformou numa fauna de diversidade cultural enorme, dando oportunidade e riqueza para a música nacional – não só do ponto de vista do artista e produtor(a), como também do usuário(a).
Neste sentido, formamos aqui o movimento Música para Baixar: reunião de artistas, produtores(as), ativistas da rede e usuários(as) da música em defesa da liberdade e da diversidade musical que circula livremente em todos os formatos e na Internet.
Quem baixa música não é pirata, é divulgador! Semeia gratuitamente projetos musicais.
Temos por finalidade debater e agir na flexibilização das leis da cadeia produtiva, para que estas não só assegurem nossos direitos de autor(a), mas também a difusão livre e democrática da música.
O MPB afirma que a prática do “jabá” nos veículos de comunicação é um dos principais responsáveis pela invisibilidade da grande maioria dos artistas. Por isso, defendemos a criminalização do “jabá” em nome da diversidade cultural.
O MPB irá resistir a qualquer atitude repressiva de controle da Internet e às ameaças contra as liberdades civis que impedem inovações. A rede é a única ferramenta disponível que realmente possibilita a democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento, elementos indispensáveis à diversidade de pensamento.
Novos tempos necessitam de novos valores. Temas como economia solidária, flexibilização do direito autoral, software livre, cultura digital, comunicação comunitária e colaborativa são aspectos fundamentais para a criação de possibilidades de uma nova realidade a quem cria, produz e usa música.
O MPB irá promover debates e ações que permitam aos agentes desse processo, de uma forma mais ampla e participativa, tornarem-se criadores(as) e gestores(as) do futuro da música.
O futuro da música está em nossas mãos. Este é o manifesto do movimento Música Para Baixar.
RJ – Leoni – Cantor e Compositor – http://www.leoni.art.br/ ehttp://musicaliquida.blogspot.com
DF – Ellen Oléria – Cantora e Compositora –http://sapatariadf.wordpress.com/
PB – Kaline Lima – Rapper
RS – Nei Lisboa – Cantor e Compositor – http://www.neilisboa.com.br/
SP – Trupe o Teatro Mágico – http://www.oteatromagico.mus.br/novo/
RS – Banda Bataclã – http://www.bataclafc.com.br/
PA – Juca Culatra & Power Trio –http://www.myspace.com/jucaculatrapowertrio
ES – Banda Sol na Garganta do Futuro –http://solnagargantadofuturo.blogspot.com/
PR – Banda Nuvens – http://www.nuvens.net/
DF – Banda Coyote Guará – www.coyoteguara.com.br
MT – Eduardo Ferreira – Integrante do Caximir, OsViralata e da Afábrika –caximirbuque.blogspot.com
DF – GOG – Rapper e Poeta – http://gograpnacional.com.br/
PA – Casarão cultural Floresta Sonora –http://www.myspace.com/florestasonora1
DF – Jaqueline Fernandes – Produtora Cultural –http://grioproducoes.blogspot.com/
PE – Pedro Jatobá – Diretor de Açoes Culturais do Instituto Intercidadania –http://www.intercidadania.org.br/
SP – Cabeto Rocker – Pascolato-Músico/Produtor Cultural
SP – Mateus Zimmermann – Jornalista, designer editorial e fotografo –www.mateus.jor.br
BR – Sociedade de Usuarios da Tecnologia Java – SouJava –http://www.soujava.org.br
RS – Marcelo Branco – Associação Software Livre.ORG –http://softwarelivre.org
RS – Richard Serraria – Compositor, músico, poeta e artivista –http://vilabrasilcodigolivre.blogspot.com/
SP – Fabio Malagoli Panico Bugnon – Advogado
RS – Everton Rorigues – Projeto Software Livre Brasil, Banda Bataclã FC eblog Brasil Autogestionário
Os fãs que baixam discos ilegalmente via redes peer-to-peer (P2P) também estão entre os que têm mais probabilidade de comprar música online, indica um estudo da BI Norwegian School of Management, da Noruega. Após analisar os hábitos de aproximadamente 2 mil usuários com 15 anos ou mais, os pesquisadores descobriram que os piratas compraram dez vezes mais músicas que os usuários normais.
Obviamente, a indústria musical não ficou nada feliz com esse estudo. Um porta-voz da gravadora EMI destacou que o consumo de música está crescendo, mas a receita das gravadoras continua caindo - e a culpa é da pirataria.
Esse porta-voz não levou em consideração, entretanto, que a música online funciona de forma diferente. Enquanto no mundo “real” as pessoas são obrigadas a comprar um álbum com várias músicas (e que rende muito mais dinheiro às gravadoras), os internautas podem comprar faixas individualmente no mundo virtual, e isso diminui a receita das companhias do setor.
O mais importante é que o estudo revela um aspecto dos fãs de música pouco explorado pelas gravadoras. Usuários que baixam muitos discos via redes P2P são aficionados por música e, por um lado, faz sentido que eles recorram a lojas virtuais para comprarem as faixas que não conseguem encontrar de maneira alguma nas redes de pirataria. Ou seja, embora a pirataria seja um problema para as gravadoras, ela não é a única razão pela qual a indústria musical tem problemas.